Crônica: A SALINA
É tardinha. Observo atentamente meu pai a remendar os jererés – um excelente colaborador na pesca de siris (arco de madeira com uma pequena rede costurada em volta). Imediatamente a ficha cai. Ao amanhecer iremos à salina, local que outrora foi uma grande produtora de sal na minha cidade. Certamente alegria será garantida! A aventura começa. Era tanta coisa que levávamos que mais parecia uma mudança! Comida, água, panelas (essas










