Um Enquanto cidadãos aguardavam atendimento na sede administrativa da Prefeitura de Propriá, um lauto café-da-manhã se estendia em pleno horário de expedienre para marcar um mês da atabalhoada gestão do prefeito Valberto Lima (MDB).
Apregoada efusivamente como “esperança na mudança”, não há nada que se comemorar no que está se convencionando classificar e ecoar como “o novo já nascr velho”, pela implantação em fatos esclarecedores da velha e malfadada políica, do “é dando que serecebe”, da “farra” dos comissionados e contradados pela “porta dos fundos”, além de fazer do poder uma “armadilha”, um “negócio de família”.
Decorridos 37 dias da gestão Valberto Lima, a população de Propriá não tem absolutamente nada a comemorar, aliás, na PMP o único mecanismo em funcionamento é i Diário Oficial do Município, que a cada edição expôe às chagas que vão se criando.
Sandálias da humildade – Quem sabe mais na frente, quando de mais um buffet (café-da-manhã, almoco ou jantar) pelos 100 dias, a atual gestão calce às sandálias da humildade e assuma para sí a falta de aptidão e cesse a imputação da ausência de resultados ao ciclo encerrado em 31 de dezembro de 2020. Se me entendem!
“Enquanto a voz amena
Fala de equilíbrio
Um rosto é só um rosto
E quem está falando
Parece uma questão divina
E a tv tira a atenção
Na hora do culto hardcore
Pois a miséria é um insulto
Motiva a fé do mundo
E o defunto não deve enjeitar a cova
Humilde, desumano
Não vou duvidar do passado
Como se já não existissem velas para acender
Mas que diferença faz
Se nossas mães não choram mais
E de meu pai não vejo sorriso
Se o velhos não podem
Criar suas rugas
O novo já nasce velho.”
(O Rappa)
por ClaudOmir Herzog



