Nota de repúdio e paralisação do magistério de Aracaju/SINDIPEMA

Nota de repúdio e paralisação do magistério de Aracaju/SINDIPEMA

Sindipema denuncia censura da PMA

O Sindicato dos Profissionais do Município de Aracaju vem a público externar o seu repúdio às ações de censura da prefeitura de Aracaju, pois, no último dia 13 de abril, funcionários da PMA retiraram das mãos de trabalhadores a faixa que comunicava à população o motivo da paralisação. Tal situação aconteceu em diversos locais de Aracaju.

Reafirmamos que, como servidores públicos, devemos prestar informações a toda comunidade aracajuana e destacamos ainda que continuaremos as ações no ato de amanhã, dia 19/04.

Todo servidor tem direito a reivindicação de melhores condições de trabalho e atualização salarial. Nada justifica a atitude desrespeitosa dos funcionários da PMA, retirando as faixas das mãos de quem as segurava. Enfatizamos que estamos num país democrático, onde a liberdade de expressão é garantida.

Essa tentativa de coibir as ações dos profissionais do ensino é um desrespeito à categoria, causando até mesmo medo para que não lutemos por nossos direitos. Vale lembrar que a PMA cancelou, sem aviso prévio, a reunião do dia 13, com a comissão do Sindipema, para tratar da negociação da atualização salarial da categoria, que está defasada desde 2017.

PARALISAÇÃO DIA 19 DE ABRIL
As/os professoras/es vão paralisar suas atividades amanhã (19). Um ato será realizado a partir das 8h, em frente à PMA, contra a precariedade na educação e por uma proposta concreta, cumprindo o PPA e a LOA. Acontecerá também a terceira reunião de negociação entre o Sindipema e o secretariado da Prefeitura para viabilizar a atualização salarial do Magistério Público de Aracaju.

Nas reuniões anteriores, a gestão municipal sugeriu que os cofres municipais não teriam condições de conceder a mesma atualização para ativos e aposentados, utilizando o argumento de um suposto déficit do Aracaju Previdência.

O Sindipema reafirma a posição A FAVOR da manutenção da paridade. “Somos radicalmente CONTRA qualquer proposta que contemple apenas uma parcela do Magistério.”

“Ressaltamos ainda que a nossa luta é legal e justa.
Não permitiremos que isso aconteça novamente.”

  • Por um Sindicato forte e comprometido com a Luta Coletiva.

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