EDILENE OLIVEIRA: A trajetória da primeira mulher a presidir a CDL/Propriá, uma homenagem em forma de entrevista celebrativa

EDILENE OLIVEIRA: A trajetória da primeira mulher a presidir a CDL/Propriá, uma homenagem em forma de entrevista celebrativa

No dia de sua data natalícia, uma homenagem diferente a mulher que têm se destacado por fazer a diferença

por ClaudOmir Herzog

Ela entrou definitivamente para a História de Propriá ao ascender a condição de primeira mulher a presidir a CDL local, a mais importante e representativa entidade de classe empresarial no Baixo São Francisco sergipano. Nesta entrevista concedida com exclusividade a ClaudOmir Herzog, conheça mais sobre a vida pessoal e profissional da nossa querida Edilene Oliveira.

TRIBUNA DA PRAIA – Nesta data tão especial em sua vida, como você definiria a mulher, cidadã, filha, mãe e desbravada empresária propriaense?
EDILENE OLIVEIRA – Nunca sonhei, nem fiz planos para estar hoje onde estou, fiz planos para ter uma independência financeira, sonhei muito com uma casa de laje, porque aqui sempre foi cansativo a limpeza em época de queima dos canaviais, enquanto eu trabalhava muito como feirante, mãe e esposa. Como filha sempre ajudei meus pais com o trabalho árduo , como mãe errei e acertei na criação, mais dura porque damos o que recebemos. Como cidadã propriaense venho desenvolvendo o meu papel em prol de uma comunidade onde ofereço muito pouco, por não ter como ofertar ainda mais, tendo em vista que esse pouco ajuda algumas famílias que de alguma forma depende dessa garra que tenho em querer o melhor para mim e aos que posso alcançar, com minha luta diária de trabalho.

■ Nunca sonhei, nem fiz planos para estar hoje onde estou, fiz planos para ter uma independência financeira

TRIBUNA DA PRAIA – De São Paulo (capital), sua terra mátria, como foram os primeiros anos de sua existência até se mudar para Propriá, cidade onde permanece até os dias atuais?
EDILENE OLIVEIRA – São Paulo uma infância ótima com as brincadeiras de crianças, amarelinha, casinha , baleado coisa que hoje é difícil se ver. Num estudo em colégios públicos estadual, mas muito rígido onde sonhava sempre em ter um carro igual ao da professora, porque para ter um fusca ou uma brasilia , só tinha os professores.
São Paulo não era uma vida fácil, ajudava minha mãe, tanto eu como minha irmã , caminhávamos muito em ruas de barro , vendendo Yakut para ela ajudar meu pai a nos criar com um tempo , mudou e eles passaram a empreender , já se tinha um empório onde eu e minha irmã íamos até lá para ajudar a separar as compras dos cliente que comprava, mandava uma lista e separávamos e depois o Edilson o único funcionário, levava as compras em um carrinho grande de madeira. Vinhemos a Sergipe em 1981 mas só moramos 10 meses. Quando voltamos já passou a ser um bar. Vida sempre em torno do trabalho, mas muito feliz, como criança. Vivi em são Paulo até os 14 anos, onde no meio do ano passei a viver em Sergipe.

TRIBUNA DA PRAIA – Como foram os ternos anos de sua adolescência e quais as lembranças e narrativas de Propriá da não tão longínqua década de 1980?
EDILENE OLIVEIRA – Em Sergipe nos tornamos feirante e estudante do Colégio Estadual pela noite, para ajudar na luta da Galeria que hoje se chama mercado da farinha. Lembranças de muito trabalho, peneirar feijão, pesar açúcar, muitos sacos porque se vendia muito no box da galeria. Já na escola era muito legal, porque como nós eramos moças muito bonita, falando com um sotaque diferente, sempre tivemos muitas amigas Meu pai rígido proibia tudo, mas adolescente sempre apronta. Então sempre que dava a gente tinha 20 minutos para ir dançar na Cavalheiro da Noite, onde o som dos anos 80 era um ritmo maravilhoso, até o vigia do Estadual contar para meu pai (ridos) que a gente ia escondido, ele foi la e quando chegamos em casa aquele surra, para não fazer de novo. Mas adolescente nunca obedece, continua fazendo escondido. Quando se podia sair era um pássaro fora da gaiola, queria viver a liberdade, liberdade de sair , sorrir no murinho, namorar e se divertir com as piadas dos amigos, nas rodinhas do murinho.Não tinha dinheiro para nada mais de vez enquando dava para comer um lanche no trayller do baixinho na frente do beira rio. As festa de carnaval íamos na matine do 12 tenis clube, porque não saímos a noite. Sempre falo no plural, porque eu só podia sair de casa com a irmão ,se ela não fosse eu não ia, chorei muito com tantos não. Queria viver uma liberdade que não tinha, que sempre trabalhamos muitos e isso era uma obrigação sem muita recompensa. Nem poder dar uma volta na cidade. Mas mesmo assim era uma adolecencia feliz. O banho de sol dos fins de semana era escondido. E quando descoberto, já sabe (outra surra). Mas entendo hoje , naquela época não.

■ Então sempre que dava a gente tinha 20 minutos para ir dançar na Cavalheiro da Noite

TRIBUNA DA PRAIA – Fale sobre a menina na escola, como foi sua passagem das primeiras letras às mais complexas lições do 1° e 2° graus (atuais Ensino Fundamental e Médio)?
EDILENE OLIVEIRA – Como já relatei antes, estudos a noite, trabalho árduo pelo dia. Mas um aprendizado maravilhoso. No Polivalente estudei Magistério, minha primeira formação.Tinha o Poliforró que participei de uns dois, participei num desfile de modas, com roupas da botique da finada VAL MODAS, importante empresaria do ramo de moda da cidade. Me divertia naqueles corredores nos intervalos das aulas foi a melhor época, na subida ia rápido para não perder o horário, sempre fui muito pontual, já na descida a gente voltava em patotinhas, algumas vezes gritando outras vezes correndo ou andando rápido, porque tinha que ir no murinho olhar que estava lá antes de chegar em casa.
Era muito bom , sentar nas praças e sorrir com a prima e as amigas.
Lembro me de poucos professores, mais alguns sempre se torna inesquecíveis, orofessor Anselmo, professor Pereira, professor Chico, professor Genilvaldo já no Colégio Diocesano que fiz mais um ano para ensinar ate a 6ª serie. E o mais interessante que tanto eu como minha irmã estudou para o magistério para agradar o pai porque nessa época, tinha Enfermagem o melhor curso de Sergipe diga se de passagem, Administração e Magistério.

TRIBUNA DA PRAIA – O que lhe motivou e a conduziu ao Curso Superior de Administração e daí a Especialização?
EDILENE OLIVEIRA – Eu parei os estudos com 19 anos, não tinha como pagar faculdade e o pai proibia as filhas nunca iria morar sozinha na capital.
Mas prestei o vestibular só para passar uns dias na casa de uma tia da nossa vizinha , mãe de Adriano da Nonato mármore e granito, rsrsrsrs.
Fiz vestibular de engenharia civil o mais difícil, já sabia que não ia passar mesmo.
Segui minha vida casei aos 21 fui mãe aos 24 anos, fico viúva aos 27 anos. Volto a estudar Administração de fato em junho de 2008. Onde a UNIT PROPRIÁ, passa a ter a graduação dos 4 anos . O que me motivou a voltar a estudar foi a busca constante de conhecimento, por já está a frente de minha empresa e precisar ter conhecimento não só empírico mais de base fundamentada .
Como tudo na vida esta em movimento parei os estudos, e em 2018 resolvi voltar a estuda, onde fiz uma Pós Graduação em Gestão e Empreendedorismo. Gosto muito de aprender e venho a cada dia buscando novos conhecimentos.
No meio do caminho muitos desafios, muitas histórias boas de se relembrar , muitas lagrimas derramadas , porque a vida sempre foi muito dura comigo, talvez pelo fato de quem não consegue ficar parado vendo as coisa acontecerem , isso torna em algum momento essa tal evidencia e os holofotes quando se vira para o seu lado , deixa a sua vida muito pública.
E as suas qualidades e defeitos são questionado a todo instante por pessoas que em algum momento fala bem em outras não tão bem ,pelo que ouviu dizer. Mas ainda pretendo conquistar novos sonhos , porque uma pessoa que tem um perfil empreendedor respira trabalho e sonha todos os dias sonhos melhores para si e para sua comunidade .
Vivo minha vida partícula, como acho que esta certo , sempre fui muito a frente dos anos que vivo e isso incomoda muitas vezes por que tem pessoas que você inspira e outra que gostariam de ter a coragem ou as mesmas atitudes e por medo ou receio deixa de fazer o que a alma pede.
Eu desejo muito a todos que sonhem e se inspire sempre em alguém melhor , nunca se compare aos fracos Já mais fiz isso.

■ casei aos 21 fui mãe aos 24 anos, fico viúva aos 27 anos (…) Tive ao longo dos anos, perdas de pessoas que tinha muito significado na minha vida

TRIBUNA DA PRAIA – Ao nosso ver, você é de uma personalidade muito forte, não é mesmo? Mas descreva você mesma essa Edilene que é uma fortaleza.
EDILENE OLIVEIRA – Como fortaleza, me sinto hoje uma fênix agora expondo intimidades emocional, Tive ao longo dos anos, perdas de pessoas que tinha muito significado na minha vida . Sou mãe e pai a 22 anos, precisei fugir e deixar tudo para traz em uma fase da vida, sou uma das vítimas domesticas, superei essa fase, depois em outro momento tinha um companheiro que morre num assalto. E tive que levantar a cabeça e seguir em frete. A vida vai dando umas chineladas, mais precisa cair e levantar a cabeça e seguir em frente.
E ser gestora da própria vida como já citei antes é algo que precisa ser fortalecido todos os dias.

TRIBUNA DA PRAIA – Como é a Edilene mãe, esposa e filha, quais as credenciais e características de uma, presente na outra, que cabe na mesma pessoa?
EDILENE OLIVEIRA – Mãe sou rígida e cobro muito resultados.
Esposa já fui muito ciumenta e possessiva, na verdade sou um grude, quero dar atenção e cobro na mesma proporção. Mas no momento continuo sozinha, como tudo mudou agora já nem sei como iria me comportar como esposa.

■ Eu tenho uma equipe na empresa que trabalha muito boa e dá o suporte que necessitamos …

TRIBUNA DA PRAIA – De empresária bem sucedida, a primeira presidente da CDL em Propriá, como é possivel conciliar estas funções que exigem tamanha dedicação e múltiplas responsabilidades?
EDILENE OLIVEIRA – Eu tenho uma equipe na empresa que trabalha muito boa e dá o suporte que necessitamos para funcionar a pleno vapor, somos muitos unidos em prol da empresa que trabalhamos e os nossos clientes são peças fundamentais para nossa sobrevivência, somos grato por cada um deles que de alguma forma contribui para o nosso sucesso,.
Como presidente de CDL , não foi nada planejado o convite foi feito e eu até aceitei depois voltei atrás, mas o ex presidente , fez um discurso que eu resolvi aceitar o desafio. Porque desafios, são muitos empresários e cada um tem a sua maneira de trabalhar e pensar , muitas das vezes , não pensamos do jeito que o colega pensa e preciso para ouvir aceitar as ideia as divergências , voltar atrás em algum momento . Ninguém é o dono da verdade e muitas vezes precisamos dar algumas notícias ruim que não é aceita. Mas o desafio está bem pertinho de ser concluído e não pretendo continuar à frente da CDL, porque tenho projetos pessoais que irá demandar meu tempo, sou muito comprometida no que faço e estou dando muita atenção aos nossos associados e para isso demanda muito do meu tempo.

.■ … e os nossos clientes são peças fundamentais para nossa sobrevivência

TRIBUNA DA PRAIA – Como tem sido a sua relação com as comunidades dos bairros Matadouro, Poeira e Prainha, região onde está instalada sua loja?
EDILENE OLIVEIRA – Eu procuro desde o dia que me instalei aqui nessa comunidade, trazer melhorias para o bairro, por ser um bairro que necessitava de visibilidade, são pessoas que admiro muito, pessoas como eu que merece meu respeito.

TRIBUNA DA PRAIA – Sobre a mudança da estátua, da imegem do Bom Jesus dos Nabegantes, das margens da BR 101 para o bairro Poeira, da qual você teve destacado papel, como se deu essa operação que encheu de orgulho os propriaenses?
EDILENE OLIVEIRA – Nunca entendemos porque aquela imagem estava ali do lado contrário ao rio e sem nenhuma placa que mostrasse ao menos o nome dela. Mas mesmo assim durante algum tempo resolvi cuidar, na gestão do prefeito Américo ele me disse que eu poderia cuidar que ele era evangélico, e assim eu e meus funcionários fizemos, fui lá mandei pintar coloquei placa, o povo arrancou enfim cuidava se mais uma vez por ano. Com a duplicação fiz o pedido para prestigiar o bairro, Margeando o rio e para na festa de Bom Jesus o mastro poeira, o primeiro mastro de Propriá ser agraciado pelas bênçãos do Bom Jesus, pelo empenho da comunidade em fazer da semana da festa um espetáculo. Sem conta com um novo ponto turístico para os demais moradores de Propriá, a escolha do local também foi pensada para que seja visto também da ponte. E o mais legal de tudo isso foi que inspirou outros empresários e grupos a fazer algo pelo seu bairro, depois disso já teve os movimentos das praças, a limpeza e transformação do varanda nas margens da BR 101 e um novo Bom Jesus no mastro Quintino Boaiuva e a revitalização do padroeiro da cidade SANTO ANTONIO. Essas transformações na cidade de alguma forma, teve o ponta pé inicial com a vida do Bom Jesus para cidade isso é gratificante sem contar com o envolvimento dos moradores dos bairros matadouro e poeira com ajuda de todos. E
poder ver tantas mudança na cidade como um todo através de uma iniciativa que não sabia que seria tão bem aceita pela cidade.

■ Essas transformações na cidade de alguma forma, teve o ponta pé inicial com a vida do Bom Jesus para cidade

TRIBUNA DA PRAIA – Qual era a real situação da CDL antes de você assumir a presidência, quais foram às dificuldades e desafio enfrentados e quais foram as conquistas que você celebrou com o segmento comercial?
EDILENE OLIVRIRA – A CDL tinha um outro perfil ou melhor uma outra linha de pensamento , mais apesar dos poucos associados ela funcionava bem a colaboradora que esta lá vem de muitos presidências e merece meu respeito em saber lidar com tantas mentes diferentes.
Me assustouei um pouco no início, com meu jeito, por que sou muito dinâmica e gosto de fazer tudo logo e gosto de ver resultados das ações. As mudanças deixo a critério da pessoas que utiliza os nossos serviços. Mais enfatizo sempre. Somos um grupo que gera emprego e renda ao município e que juntos somos mais fortes, precisamos da união de todos , participação de todos , como uma engrenagem para ter força e ser ouvidos pelos gestores. Principalmente num momento desse com essa anormalidade que o mundo passa hoje.

■ Me assustouei um pouco no início, com meu jeito, por que sou muito dinâmica e gosto de fazer tudo logo e gosto de ver resultados das ações

TRIBUNA DA PRAIA – Há pouco mais de um ano, você, ao lado de mais 9 destacadas mulheres, foram empossadas fundadoras da Academia Literária de Vida de Propriá, a mais atuante da cidade. Fale sobre a ALVP, o papel deste soldalicito na sociedade propriaense e qual a sua contribuição nesta instituição curadora da cultura local?
EDILENE OLIVEIRA – A academia foi criada através da nossa presidente Elecine Reis e Irinea Borges, amigas a mais de 30 anos, onde elas tiveram a ideia e depois disso no processo fui convidada a participar. Na verdade eu até tenho formação na área da educação, mas exerci a função quando me formei por poucos meses em São Paulo, existe em tão pouco tempo ações que deu destaque para que foi criada a academia, projeto de leitura Canoa de Tolda, o programa de radio que todos dos domingos pela manhã faz a alegria dos ouvintes da 104 Fm. E tínhamos projetos a serem desenvolvido ao longo desse ano no plano de ação já descriminado desde fevereiro. Seria a continuidade do projeto de leitura e outra ações que prefiro não citar por não ter autorização nesse momento . Mas como tudo mudou agora será transferido para o final deste e no próximo. Minha contribuição é muito pouca ou quase nada , além das ideias, sugestões e participação das decisões sugerida, por ter muito pouco tempo na minha agenda corrida. Mas sempre que me é solicitado paro alguma atividade e vou resolver o que me foi pedido .
Tornar-me acadêmica é mais umas das surpresa que a vida me deu e não esquecendo da indicação do meu nome que foi feito pela querida confreira Elisângela Castelo Branco.

■ Tornar-me acadêmica é mais umas das surpresa que a vida me deu e não esquecendo da indicação do meu nome que foi feito pela querida confreira Elisângela Castelo Branco.

TRIBUNA DA PRAIA – Apesar de seu pedido para não falarmos em política, não vamos deixar de lembrar que seu nome têm sido ecoado nos bastidores como um qualificado quadro para compor uma chapa majoritária, confere?
EDILENE OLIVEIRA – O único convite que recebi politicamente , foi do então presidente da OAB, para ser suplente na chapa dele ao Senado que educadamente agradeci. Se existe esses murmurinho , não chegou ao meu conhecimento .

■ Sou mulher, tenho vaidade e estou me sentindo linda para os 50 anos (…) Me sinto como tivesse uns 35 anos. Já dona de mim em todos as searas.

TRIBUNA DA PRAIA – Qual o significado de chegar aos 50 anos tendo sido a protagonista de uma trajetória que enche de orgulho a sociedade propriaense?
EDILENE OLIVEIRA – Eu sempre fui agindo de maneira que eu mesma não percebia a grandiosidade dos atos positivos da minha história. Em algum momento uma pessoa muito querida me chamou e disse olhe para sua vida de fora dela. E veja onde você chegou e passe a entender o significado de tudo isso é positivo. Aproveite mais sua vida. E foi nesse momento que percebi que já era momento de começa a fazer mais por mim. E aproveitar a vida no hoje e o agora e deixei um pouquinho de lado o profissional e cuidar da mulher. Eu tenho uma fala que a vida da gente tem que ser vista como personagem.
Exite em mim além da profissional, uma mulher que algumas das vezes veste uma armadura para me defender. Mas em outros momentos tem a mulher na sua essência . Frágil e doce que poucos conhece ,porque as quedas da vida deixou marcas.
Ser protagonista requer muita habilidade e isso se conquista dia a dia. Ser mulher em evidência muitas das vezes atrai coisas boas e outra não tanto. Mas servir de inspiração a outras mais jovens e mostrar que com luta e garra e saber ver as oportunidade e aproveitar e muito bom. Muitas vezes na minha trajetória perguntei a Deus por que tanto sofrimento. E ele me deu como resposta o silêncio. E alguns anos depois percebi o amor de Deus pro mim ,como ele me abençoa E coloca pessoas especiais no caminho. Fechado ciclos e abrindo novos ciclos. Sou mulher, tenho vaidade e estou me sentindo linda para os 50 anos. A cabeça não condiz com a idade ainda bem que o corpo ajuda (ridos).
Me sinto como tivesse uns 35 anos. Já dona de mim em todos as searas.

TRIBUNA DA PRAIA – Em nosso nome, de todos e todas que fazem a Tribuna da Praia e da RPCA Sergipe, receba nossa homenagem e devoção. Por fim, deixe uma mensagem aos nossos leitores e a sociedade propriaense que lhe têm tamanho carinho.
EDILENE OLIVEIRA – Eu só agradeço a Deus pela saúde , pela minha família base de minha educação, pelos amigos verdade. E pela vida por me agraciar em alguns momentos me dar novos amigos verdadeiros .
Como você Claudomir porque foi amizade a primeira vista.
E o respeito entre nós é mútuo, amigos de verdade é isso cada um respeita o que a de melhor e o que a de ruim no outro.
Obrigada pelo presente ao longo da semana e por esse momento único em poder falar um pouco sobre a Mulher Edilene Oliveira na Tribuna da Praia e na RPCA Sergipe.
E a PROpriá minha imensa gratidão, por que acolher e me dar o imenso prazer de poder dividir essa cidade que amo além desse rio belíssimo que desde menina contemplo e cada dia me apaixono ainda mais pelas águas que por aqui passam. Obrigada Propriá, gratidão meu Deus por mais uma primavera .
Gratidão a palavra para tudo isso que vem acontecendo na minha história.

 

■ PARA EDILENE!!!

Há mais …
Há mais de …
Há mais de dois anos.
Você surgiu
Você ficou …
… não mais saiu!

Você permanece
Preenche os vazios
Sua presença …
A distância – se faz presente!

No dia de seu aniversário, o presente…
… a sua oresença é o nosso presente…

Parabéns Edilene!
Obrugadi Edulene!

ClaudOmir Herzog

1 comentário


  1. História plausível e merecedora de uma protagonista a ser enaltecida com ênfase e destaque não só no município e estado, mas em todo território nacional, Parabéns Edilene Oliveira !!!!!!

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